6 de fevereiro de 2009.
A Naty tinha que fazer uns exames de rotina, sendo que um desses exames ela não podia estar grávida. Por desencargo, foi feito esse exame na parte da manhã. O resultado ficaria pronto no fim do dia.
Era uma sexta-feira à noite, perto das 23h00 quando ela lembrou de verificar na internet o resultado.
Como havíamos decidido há muito pouco tempo tentar ter um filho, a médica da Naty tinha prevenido que seria normal demorar até que ela engravidasse. Nesse contexto, fomos conferir o resultado sem muita expectativa.
O exame funcionava assim: se o número desse menos de 2, não estava grávida. Entre 2 e 5, tinha que repetir pra ter certeza. Acima de 5, estava grávida.
O resultado foi 48.000! O meu primeiro pensamento foi “Ou ela está com alguma coisa desregulada, ou vou ser pai de octagêmeos”!
Após tentativas frustradas de conseguir a opinião de algum ginecologista às 23h30 de uma sexta-feira, conseguimos a resposta pelo google: era um número que naturalmente sobe de 0 até 200.000 e sim, era uma gravidez...
Quando tive essa confirmação, fui até a janela do meu apartamento no 9º e berrei que ia ser pai. Os bêbados de plantão do bar da esquina vibraram também lá de baixo.
Há um ano atrás.
Eu lembro desse dia... E a nossa vida nunca mais foi a mesma. Mudou pra melhor :)
ResponderExcluirNunca vou esquecer esse dia. Acordar com a frase da Naty: -"Acorda, vovó"... está em as coisas mais doces que já escutei.
ResponderExcluirMarina tem toda razão. A vida nunca mais foi a mesma.
Que a vida do Pedro seja tão alegre e abençoada quanto a alegria que ele nos trouxe.